Amy MacDonald canta enclausura no clipe de “Automatic” do álbum “Under Stars”



Em janeiro, comentamos que Amy MacDonald estava retornando ao mundo da música, cinco anos após o disco Life in a Beautiful Light. Na oportunidade, a escocesa havia lançado o clipe do single "Dream On" e anunciado detalhes do seu novo álbum.

Eis que o trabalho intitulado Under Stars foi lançado em fevereiro e, agora, para promovê-lo, a cantora aposta em "Automatic". A música é uma boa síntese de seu repertório, que caminha entre o soft-pop rock e folk, trazendo uma sonoridade envolvente e levemente progressiva.

Em seu vídeo, dirigido por Chris Turner, Amy aparece enclausurada no que parece o interior de um contêiner, cantando e tocando sua guitarra, ora sozinha, ora acompanhada de um banda composta pelo mesmo rapaz.


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Ilustrador cria pôsteres e sinopses para animações baseadas no folclore brasileiro!



Devido aos pedidos de alguns leitores, aos poucos, estamos voltando com os nossos posts que mesclam o design/arte com a cultura pop. E o folclore brasileiro, por exemplo, dá pano pra manga para vários trabalhos nesse e em outros nichos.

Consequentemente, o ilustrador Anderson Awvas resolveu tomá-lo como base para desenvolver sinopses de possíveis animações que esse tema renderia e, de quebra, criar pôsteres dessas películas imaginárias.

O projeto Folclore BR chega a brincar com os nomes de filmes famosos como Procurando Nemo, que aqui se transforma em "Procurando o Sacy", e A Pequena Sereia, que vira "A Pequena Yara".

Além disso, temos lendas como Anhangá, Mãe D'Ouro, Naiá e Pai do Mato que, num dos títulos, "As Lendas Guardiãs", se juntam na missão de parar um ritual coordenado pela Cuca e Pisadeiras para dar forma física ao Jurupari - mito indígena dos demônios dos pesadelos. Maior universo compartilhado que você respeita!

Clicando em "leia mais", você pode ver os cartazes e, no site do artista, dá para saber a história de cada personagem e como foi seu processo criativo, com rascunho digital, painel semântico, etc.

Drake lança o projeto (para todos os efeitos, um álbum com mais de 20 faixas) “More Life”



Tem gente que não liga muito para os formatos tradicionais da industria fonográfica e, com isso, acaba justamente movimentando novos comportamentos dentro dela. Esse é o caso de Drake que, como fez com a aclamada mixtape If You're Reading This It's Too Late (2015), lançou neste sábado, 18, o prometido More Life.

Sucedendo diretamente o álbum Views (2016), de singles como "Hotline Bling" e "Childs Play", o rapper preferiu chamar o novo projeto de "playlist", levantando a possibilidade de que ele possa ser mutável num futuro próximo.

Seja como for, o trabalho, descrito pelo canadense como uma "evolução da mixtape", contém nada menos que 22 faixas (pelo menos, até então), contando com diversas participações!

Entra elas, temos Kanye West na minimalista "Glow", na qual os colegas intercalam versos furiosos e calminhos; Travis Scott e Quavo na trapeada e eletrônica "Portland"; 2 Chainz e Young Thug na quase sombria "Sacrifices" e Jorja Smith e Black Coffee em "Get It Together", que traz dançantes percussões eletrônicas.

Clique em "leia mais" para ouvir o material e aproveite para seguir nosso perfil no Spotify!

Kasabian retorna com um pezinho no pop no single “You’re In Love With a Psycho”



O Kasabian anunciou nesta sexta-feira (17) o seu retorno ao cenário musical, já cheio de novidades.

Sem lançar material inédito desde o álbum 48:13 (2014), que rendeu canções como "Stevie", "bumblebeee" e "eez-eh", a banda de rock britânica vem com um novo single, "You're In Love With a Psycho", responsável por iniciar as promoções de seu próximo disco, For Crying Out Loud.

A faixa é marcada por uma melodia construída de forma ritmada e gostosinha de ouvir. Com os vocais ecoados de Tom Meighan e riffs de guitarra bem compassados, em alguns momentos meio psicodélicos, a canção traz uma sonoridade que entra um pouco no pop, mas fala de um amor psicótico. Ouça no lyric video:



For Crying Out Loud chega às lojas e plataformas digitais no dia 28 de abril. Clique em "leia mais" para conferir a capa e tracklist.

Crítica: “A Bela e a Fera” erra e acerta na mesma medida, mas não perde o encanto



Assim como toda boa história de amor, A Bela e a Fera atravessa gerações. O remake que a Disney quis fazer claramente seguia mais pelo caminho da homenagem ao clássico do que necessariamente de algum tipo de atualização. Com algumas mudanças e extensões na narrativa, esse último ponto acaba sendo feito, bem como o primeiro. Contudo, nada aqui é exatamente perfeito como poderia ter sido, o que não tira o mérito do filme, mas desaponta em alguns aspectos.

Antes de ver a história em ação, nossa animação já é posta em voga pelas pessoas envolvidas nas atuações. Grandes nomes da arte cinematográfica compõe um elenco polido que sabe trabalhar seus personagens perfeitamente.

Podemos falar isso desde Stanley Tucci, que não tem tanto tempo de tela, quanto da protagonista. Emma Watson entrega uma Bela menos ingênua e mais cansada da vila em que vive. Vemos em suas expressões o sentimento de deslocamento da personagem, que não suporta viver naquele lugar que claramente não é para ela. Mesmo assim, há coisas que fogem da atriz e interferem na construção de Bela. É o caso da modificação vocal que fazem nas cordas vocais de Watson. É um trabalho meio inconstante que no mesmo instante que deixa a voz da atriz extremamente diferente na canção "Belle", deixa-a reconhecível e familiar em "Belle (Reprise)". Outro que sofre com as manipulações é Dan Stevens.

A bestificação de sua voz é bem-vinda, mas todo o visual da Fera é decepcionante em um nível estratosférico. É desconfortável ver a computação gráfica pobre que o estúdio aceitou levar para o público. Por diversas vezes a Fera parece colada nas cenas, dura em seus movimentos e plastificada em comparação à Bela. Isso interfere na icônica cena do baile, que se não fosse o poder dessa história e da interpretação lindamente contida que Emma Thompson dá ao cantar "Beauty and the Beast", seria ainda mais aquém. O mesmo problema acontece com a canção original "Evermore", que tem sua beleza, mas sofre visualmente por ser interpretada inteiramente por um Dan Stevens que vira uma massa gráfica andando de um lado para outro em uma torre.