Conheça “The Witcher 3: Wild Hunt”, jogo comparado a “Game of Thrones”



The Witcher 3: Wild Hunt é o terceiro RPG da série "The Witcher" desenvolvido pela CD Projekt, uma companhia de videogames polonesa. O jogo será lançado no dia 19 de maio e estará disponível em português para PC, PlayStation 4 e Xbox One.

"Num mundo de caos com a tensão percebida pela fumaça de aldeias incendiadas, o temível Império de Nilfgaard atacou novamente, devastando os desafortunados Reinos do Norte. Os poderosos bruxos que ajudavam Geralt se foram. Nesses tempos incertos, ninguém sabe o que o destino guarda, quem trará a paz ou desgraça ao mundo. Mas uma força obscura e mortal emerge. Os insignificantes comandantes dos exércitos falharam em compreender que seu conflito é irrelevante perante ao perigo sobrenatural iminente. Sinistros cavaleiros espectrais, que outrora assombraram a humanidade, agora procurarem uma pessoa em particular: a menina da profecia que pode mudar o destino de todos. E cabe a Geralt resgatá-la."



Parece a sinopse de Game of Thrones, não é mesmo? Guerra, ameaças sobrenaturais e disputas de poder. Mas é o enredo do mundo de Geralt da Rivia, um feiticeiro e caçador de monstros que protagoniza o game.

Os próprios desenvolvedores endossam a comparação a série. Alex Boiret disse ao UOL Jogos que compará-los é válido. "Em ambos os casos são histórias de fantasia, mas com uma atmosfera sombria e se passa em um mundo onde as coisas não são preto e branco, nunca está claro se alguém é bom ou mau. É um lugar de sofrimento (...) Há heróis nesse mundo, mas no fim do dia, será que eles são mesmo heróis?". Há também muita impiedade e Boiret afirma que "às vezes pessoas boas morrem", assim como no programa da HBO.

Outra coisa que aproxima as distintas produções é o sexo. 16 horas de captura de movimentos foram gravadas para tais cenas. Além disso, as ações dos personagens são independentes das do protagonista/jogador. Enquanto viaja pelo mundo presenciando o nascer e o pôr-do-sol, suportando tanto chuvas torrenciais quanto calor sufocante, os personagens não jogáveis caçam, vilas se defendem de monstros e amantes se encontram à luz do luar.

O sistema de economia do jogo faz os preços dos itens variarem de acordo com as condições dos arredores ou seus lugares de origem, o que encoraja os jogadores a procurar, através da caça e colheita, os itens que necessitam. Há também muita magia, dragões e preconceito. Tudo isso torna a jogabilidade complexa e semelhante a um outro RPG de sucesso com tais elementos, The Elders Scroll: Skyrim.

Uma trama em particular chama  atenção por envolver um caçador que vive isolado da aldeia em que Geralt pode vir a trabalhar. Ele é um pária social e não é bem vindo na aldeia. E sabe por qual razão? Homofobia. "Eu sou uma aberração", diz contando sobre sua relação com outro homem. Aí vemos que os camponeses que você está protegendo não são lá tão amigáveis, né?

O game é recheado de reviravoltas e traições, obrigando o jogador a questionar suas ações e rever suas escolhas. O conselho de Mindinho a Ned Stark em GoT aqui se torna uma máxima a ser seguida: Não confie em ninguém. Confira também o recém-lançado trailer gameplay contando, em português, todos os detalhes:


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