Segundo diretor, sequência de “Jurassic World” deve ser grandiosa, bélica e global!



Após o estrondoso sucesso - o filme tornou a terceira maior bilheteria da história, atrás apenas de Avatar e Titanic - Jurassic World - O Mundo dos Dinossauros já angariou sua sequência.

Entre os poucos fatos concretos sobre a continuação, temos a estreia agendada para 22 de junho de 2018, o retorno dos protagonistas Claire Dearing (Bryce Dallas Howard) e Owen Grady (Chris Pratt), bem como o de Derek Connolly e Colin Trevorrow como roteiristas. Sendo que esse último, que também dirigiu o filme atual, pode ou não voltar a tal cargo.

Mesmo que isso ainda não esteja acertado, o cineasta comentou como pretende expandir o universo ficcional da franquia em uma reveladora entrevista ao The Wired.

Trevorrow dá a entender que teremos ação em nível global: "Não será só um monte de dinossauros perseguindo pessoas numa ilha. Isso cansa rápido... Sinto que a ideia é que não seja sempre limitado a parques temáticos e existem aplicações para esse conhecimento científico que vão além do entretenimento".

Explicando como isso pode acontecer e os seus reflexos: "quando você olha para a tecnologia nuclear e como começou, o primeiro instinto era transformá-la em arma e só depois descobrimos que podíamos usá-la para a criação de energia". E ainda discorrendo sobre o assunto, fazendo uma interessante analogia com softwares livres "(...) E se essa tecnologia se tornasse open-source? É quase como se a InGen fosse um Mac. Mas o que acontece se o PC descobre os seus segredos? E se existissem 15 entidades diferentes ao redor do mundo que podem fazer um dinossauro?"

Por fim, ainda relembra das possibilidades abertas no longa que poderão ser exploradas novamente (o uso belicista do répteis, por exemplo): "No filme, Dr. Wu alerta Dr. Mesrani 'Nós não seremos os únicos que podem fazer um dinossauro para sempre'. Acho que isso é uma ideia interessante que mesmo que se não explorarmos completamente nesse filme, há espaço para esse universo crescer."

Claro que ele pode estar blefando em algumas partes e, em outras, tudo fica muito subentendido à nossa interpretação. Mas as ideias plantadas nos causam temor e ansiedade em graus equivalentes.
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